Disse um poeta:Filhos,nem tê-los,nem perdê-los,mas se não tê-los,como sabê-los?
Em cima dessa temática,entre o desejo e o conflito,levei algum tempo para decidir o que fazer.
Para isso precisava inicialmente de uma parceira,que reunisse todos os requisitos necessários para compartilhar de tal feito e,depois o ato de amor abençoado pelo Criador,que sacramentasse a ação,gerando um ser muito esperado e amado.
Sabendo que a vida não é fácil e,os altos e baixos ,constam na trajetória,pois a vida, resume-se em luta constante e ,os antagonismos fazem parte do equilíbrio preconizado pelas forças Ying e Yang.
Pois bem.A treze anos atrás,independente de minha decisão e,esta ficou ao acaso ou determinado pelos desígnios divinos,que lançaram na Terra,no nosso planeta,aquela que o próprio nome significa:aquela que encanta.
Nasceu minha primogênita:Michelle.
E,fiz questão que fosse com dois éles.
Aos quarenta e um anos,com idade de ser avô,tornei-me pai e,essa palavra dita por ela pela primeira vez,foi mais um encantamento conquistado com a sua doçura peculiar.
A treze anos atrás ela nascia às 22:20,com saúde e ao sair da sala-de-parto,olhou-me como dissesse:Há tanto tempo espero por isso!Finalmente o encontro papai!E,assim nasceu um amor vitalício,sem desejo e sem maiores cobranças,pois ela só deseja de mim o meu amor e,esse ela,já sabe que o tem.
Hoje as portas da puberdade,na verdade já uma moça,divide com a mãe,minha parceira de vinte anos,o cuidado com esse já,podemos assim dizer:Velho Pai!
Mas o que quero dizer-lhes é que se há alguma dúvida no coração de um pretendente a tornar-se pai,não hesite,tenha-os,por que com toda certeza será amado e amará um ser pequeno,que crescerá e poderá retribuir-lhe o ato de nascer com uma satisfação pessoal maravilhosa!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
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